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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Biografia Fábio Sombra

Fábio Sombra (Rio de Janeiro, 1965) é um escritor brasileiro. Suas obras para crianças e jovens, geralmente abordam temas da cultura popular brasileira como: folias de reis, desafios em versos e cantorias de viola. Seu livro “A lenda do violeiro invejoso” (2005) recebeu da FNLIJ o selo de “Altamente recomendável para o jovem”. Fábio Sombra é membro da ABLC – Academia Brasileira de Literatura de Cordel, onde ocupa a cadeira de número 03, dedicada ao poeta Firmino Teixeira do Amaral.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Biografia Júlio Emílio Braz

Aos cinco anos se mudou para o Rio de Janeiro, cidade que adotou como lar. Autodidata, tornou-se escritor profissional escrevendo roteiros para histórias em quadrinhos...

Júlio Emílio Braz (Manhumirim,MG ) aos cinco anos se mudou para o Rio de Janeiro, cidade que adotou como lar. Autodidata, tornou-se escritor profissional escrevendo roteiros para histórias em quadrinhos em revistas de terror. Muitas de suas histórias foram publicadas em várias editoras no Brasil, em Portugal, Bélgica, França, Holanda, Cuba e EUA. Em 1986 conquistou o Prêmio Ângelo Agostini de Melhor Roteirista de Quadrinhos e, em 1988, publicou o primeiro livro infanto-juvenil, Saguairu, que lhe deu, no ano seguinte, o Prêmio Jabuti de Autor Revelação.
Em 1997 conquistou o Austrian Children Book Award, na Áustria, pela versão alemã de seu livro Crianças na escuridão (Kinder im Dunkeln); e, com o mesmo livro, o Blue Cobra Award, do Swiss Institute for Children´s Book.Tem mais de 134 livros publicados em 14 editoras diferentes.

domingo, 11 de setembro de 2011

Vídeo Biografia Ruth Rocha

Biografia Ruth Rocha

Uma das escritoras infantis mais conhecidas e prestigiadas, Ruth Rocha nasceu na cidade de São Paulo, em 2 de março de 1931, gerada pelo médico Álvaro de Faria Machado, médico, e sua esposa, Esther de Sampaio Machado. Ela cresceu em um bairro repleto de chácaras, na Vila Mariana, entre os irmãos Rilda, Álvaro, Eliana e Alexandre, mergulhada em inúmeros gibis e livros.

Estudou no tradicional Colégio Bandeirantes, depois no não menos conhecido Colégio Rio Branco. Graduou-se em Sociologia e Política na Universidade de São Paulo, pós-graduando-se posteriormente em Orientação Educacional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Ruth passou a atuar neste campo educacional no Colégio Rio Branco, aí permanecendo durante quinze anos, de 1956 a 1972, em contato com os complexos problemas inerentes à infância.
Em 1967, a escritora passa a publicar textos sobre educação em diversos veículos, principalmente na revista Cláudia. Ainda na área jornalística, ela assessora a elaboração da revista Recreio, pertencente à Editora Abril, na qual escreve suas primeiras narrativas. Nesta mesma empresa ela se torna editora, redatora e diretora da Divisão de Infanto-Juvenis.
No ano de 1976, ela lança sua primeira obra, Palavras Muitas Palavras. A este livro seguiram-se mais de130 publicações, traduzidas para 25 línguas, algumas lançadas no Parlamento Brasileiro e na sede da ONU, em Nova York. Sua ficção mais famosa é Marcelo, Marmelo, Martelo, o qual já vendeu mais de um milhão de livros. Amplamente premiada e homenageada, foi distinguida com uma condecoração, a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, entregue a ela pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1998.
Ruth foi selecionada, em 2002, para integrar o PEN CLUB – Associação Mundial de Escritores -, sediado no Rio de Janeiro, além de conquistar, neste mesmo ano, o Prêmio Jabuti pelo livro Escrever e Criar.
Ela contraiu matrimônio com Eduardo Rocha, com quem tem uma filha, Mariana, a qual lhe deu dois netos, Miguel e Pedro. Hoje ela é membro da Academia Paulista de Letras, integrante da cadeira 38 desde 25 de outubro de 2007.
Intensamente inspirada pelo escritor Monteiro Lobato, ela traduz essa atração por uma presença marcante em sua obra de uma temática social e política, com forte inclinação para o bom-humor e reflexos da preocupação da autora com os movimentos de liberação feminina.

Biografia João Guimarães Rosa

1908: Nasce João Guimarães Rosa, no dia 27 de junho, em Cordisburgo (Minas Gerais, Brasil). - 1918: Vai para Belo Horizonte estudar no Colégio Arnaldo. - 1925: Ingressa na Faculdade de Medicina de Minas Gerais. - 1929: é nomeado funcionário do Serviço de Estatística de Minas Gerais. Escreve quatro contos, premiados em concurso da revista O Cruzeiro. - 1930: Forma-se em medicina  e casa-se  com Lygia Cabral Pena. - 1931: Inicia carreira de médico em Itaguara. Minas Gerais. Nasce sua filha, Vilma. - 1932: Atua como médico voluntário da Força Pública, por ocasião da Revolução Constitucionalista de 1932. - 1933: Vai para Barbacena como Oficial Médico do 9º Batalhão de Infantaria. - 1934: Presta Concurso para o Itamarati, aprovado em 2º lugar. Nasce sua segunda filha, Agnes. - 1936: O livro de poemas Magma vence o Prêmio da Academia Brasileira de Letras. - 1937: Escreve os contos que iriam formar o futuro livro Sagarana. Concorre ao Prêmio Humberto de Campos, da Editora José Olympio. Obtém o  2º lugar. - 1938: É nomeado Cônsul Adjunto em Hamburgo. Lá conhece Aracy Moebius de Carvalho, que viria a ser sua segunda mulher. - 1942: O Brasil rompe com a Alemanha, e Guimarães Rosa é internado em Baden-Baden. Retorna ao Brasil e segue para Bogotá, como Secretário de Embaixada, permanecendo até 1944. - 1945: Viagem ao interior de Minas Gerais e excursão ao Mato Grosso. - 1946: Sagarana é publicado pela Editora Universal. O livro  recebe o Prêmio Sociedade Felipe d’Oliveira. Rosa é nomeado chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura e vai a Paris como membro da delegação à Conferência de Paz. - 1947: Publicação da reportagem poética Com o Vaqueiro Mariano, no jornal Correio da Manhã, Rio de Janeiro. - 1948: Está novamente em Bogotá como Secretário-Geral da delegação brasileira à IX Conferência Inter-Americana. - 1948/51: 1º Secretário e Conselheiro da Embaixada em Paris. Volta ao Brasil como Chefe de Gabinete de João Neves da Fontoura. - 1952: Retorna aos seus "gerais" e participa de uma viagem pelo sertão. - 1953: torna-se Chefe da Divisão de Orçamento. - 1956: Publica Corpo de Baile.  Em maio, lança Grande Sertão: Veredas que irá receber os Prêmios Machado de Assis, Prêmio Carmem Dolores Barbosa e Prêmio Paula Brito. - 1957: Primeira Candidatura à Academia Brasileira de Letras. - 1961: Recebe pelo conjunto da obra o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras. - 1962: Publica Primeiras Estórias. No Itamarati, assume a Chefia do Serviço de Demarcação de Fronteiras. - 1963:  Candidata-se pela segunda vez à Academia Brasileira de Letras, e é eleito por unanimidade a 8 de agosto. - 1965/66: Seus livros são traduzidos no exterior (França, Itália, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Espanha, Polônia, Holanda e Checoslováquia). - 1967:  Representa o Brasil no I Congresso Latino-Americano de Escritores, como vice-presidente. Publica Tutaméia – Terceiras Estórias. Em 16 de novembro, toma posse na Academia Brasileira de Letras. Falece a 19 de novembro, vítima de enfarte. - 1968:  É publicado o volume Em Memória de João Guimarães Rosa, pela Ed. José Olympio. - 1969/70: São publicados postumamente os livros  Estas Estórias e Ave, Palavra.

Biografia Ziraldo

Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932, em Caratinga, Minas Gerais. Começou sua carreira nos anos 50 em jornais e revistas de expressão, como Jornal do Brasil, O Cruzeiro, Folha de Minas, etc. Além de pintor, é cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista e escritor. saci pererê

A fama começou a vir nos anos 60, com o lançamento da primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor: A Turma do Pererê. Durante a Ditadura Militar (1964-1984) fundou com outros humoristas O Pasquim - um jornal não-conformista que fez escola, e até hoje nos deixa saudades. Seus quadrinhos para adultos, especialmente The Supermãe e Mineirinho - o Comequieto, também contam com uma legião de admiradores.

Em 1969 Ziraldo publicou o seu primeiro livro infantil, FLICTS, que conquistou fãs em todo o mundo. A partir de 1979 concentrou-se na produção de livros para crianças, e em 1980 lançou O Menino Maluquinho, um dos maiores fenômenos editoriais no Brasil de todos os tempos. O livro já foi adaptado com grande sucesso para teatro, quadrinhos, ópera infantil, videogame, Internet e cinema. Uma seqüência do filme deve ser lançada em breve!

Os trabalhos de Ziraldo já foram traduzidos para diversos idiomas, como inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e basco, e representam o talento e o humor brasileiros no mundo. Estão até expostos em museu! Ziraldo ilustrou o primeiro livro infantil brasileiro com versão integral on-line, em uma iniciativa pioneira.

Biografia Lygia Bojunga

Lygia Bojunga Nunes (Pelotas RS 1932). Autora de literatura infantil e juvenil. Passa sua primeira infância em uma fazenda. Aos 8 anos muda-se com a família para o Rio de Janeiro. Em 1951, torna-se atriz da Companhia de Teatro Os Artistas Unidos, viajando pelo interior do Brasil. Atua nesse momento, também, como atriz de rádio. Ao abandonar os palcos e as atividades que exercia, começa a escrever para o rádio e para a televisão. Em busca de uma vida mais integrada à natureza, refugia-se no interior do estado do Rio de Janeiro. Funda, acompanhada de seu segundo marido, o inglês Peter, uma escola rural para crianças carentes, a Toca, que dirige por cinco anos. Faz sua estréia literária em 1972, com o livro Os Colegas e, já em 1973, recebe o prêmio Jabuti. Em 1982, torna-se a primeira autora, fora do eixo Estados Unidos-Europa, a receber o Prêmio Hans Christian Andersen, uma das mais  relevantes premiações concedidas aos gêneros infantil e juvenil. Nesse mesmo ano muda-se para Inglaterra, alternando entre esse país e Brasil. Em 1988, volta ao teatro, escrevendo e atuando em palcos no país e no exterior. Trabalha com edição e produção de livros, feitos de forma artesanal. Em 1996, publica Feito à Mão, uma realização alternativa à produção industrial, como indica o título, composta manualmente, com papel reciclado e fotocopiado. Em 2002, publica Retratos de Carolina, o primeiro livro da sua própria editora, a Casa Lygia Bojunga. Pelo conjunto de sua obra, em 2004, ganha o Astrid Lindgren Memorial Award, prêmio criado pelo governo da Suécia, jamais antes outorgado a um autor de literatura infantil e juvenil. Com esse incentivo, cria nesse mesmo ano a Fundação Cultural Lygia Bojunga com o intuito de desenvolver ações que aproximem o livro da população brasileira.